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Amagis - Associação dos Magistrados Mineiros

Tragédia aérea na Ucrânia atinge ao menos 11 países

18 de julho de 2014

A Malaysia Airlines divulgou nesta sexta-feira (18) uma atualização das nacionalidades dos passageiros do voo MH17, que caiu no leste da Ucrânia, região de conflito entre separatistas pró-russos e o Exército ucraniano.





A empresa disse em coletiva de imprensa que somente quatro passageiros ainda não têm a nacionalidade definida.





No entanto, o presidente americano, Barack Obama, confirmou a morte de um americano, Quinn Lucas Schansman, que ainda não havia sido identificado.





O Boeing-777 levava 298 pessoas a bordo, sendo:





– 189 holandeses


– 44 malasianos (incluindo a tripulação de 15 pessoas)


– 27 australianos


– 12 indonésios


– nove britânicos


– quatro alemães


– quatro belgas


– três filipinos


– um canadense


– um neozelandês





A Ucrânia recolheu 181 corpos até agora.





A Malaysia Airlines informou ainda que a companhia dará US$ 5.000 para os familiares das vítimas e os levará ao local da queda, caso queiram.








Vítimas





O ex-presidente da Sociedade Internacional da Aids, Joep Lange, era um dos cerca de cem pesquisadores que viajavam para uma conferência sobre Aids em Melbourne, na Austrália.





O holandês Cor Pan chegou a brincar sobre a possibilidade do avião desaparecer, em referência ao sumiço de outro avião da Malaysia Airlines em março. Ele ia para Malásia de férias com a namorada Neeljte Tol.





Glenn Thomas, ex-jornalista e assessor de imprensa da Organização Mundial da Saúde, também viajava para a conferência da Aids. Thomas é britânico e trabalhou para BBC.





Yuli Hastini, o marido holandês, John Paulisen, e os filhos planejavam visitar o túmulo da mãe de Hastini quando chegassem à Malásia. Hastini não pode comparecer ao funeral da mãe, que morreu no ano passado, mas queria prestar uma homenagem. Arjuna tinha 5 anos e Sri, três.





A aeromoça Nur Shazana Mohd Salleh, 31, era uma das comissárias malasianas a bordo do MH17. Ela trabalhava na Malaysia Airlines há nove anos.





O senador holandês Willem Witteveen estava no voo com sua mulher e filha.





Fonte: O Tempo

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