Histórico
Título de destaque para o histórico da AMAGIS
Lorem ipsum dolor sit amet consectetur. Sed mauris hendrerit lectus consequat id dignissim a. Vel sed vestibulum ullamcorper tincidunt ultrices lobortis nibh. Nibh bibendum feugiat tortor diam nulla sapien.
Fundação da AMAGIS
O processo de criação da Amagis teve início em 1954, quando um grupo de juízes, que sentiram a necessidade de ter uma associação para fazer os encaminhamentos de interesse da classe, iniciaram a coleta de assinaturas para esse fim.
Registro em cartório e reconhecimento como instituição de utilidade pública
Em 21 de outubro de 1955, a Amagis foi registrada em cartório. No mesmo ano, ela foi reconhecida como instituição de utilidade pública, por meio de lei aprovada pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais, e sancionada pelo governador Clóvis Salgado no dia 12 de dezembro de 1955.

Jornal Estado de Minas
Em 26 de dezembro de 1969, o jornal “Estado de Minas” publicou um quadro comparativo mostrando que os vencimentos da magistratura mineira eram inferiores aos de todos os outros Estados da Federação, à exceção do Pará, Paraíba e Piauí. A crise era alarmante: comarcas sem juízes, pagamentos atrasados e baixa remuneração. Isso desestimulava aqueles pretendiam fazer carreira na magistratura. Nos concursos, o número de candidatos era sempre inferior ao de vagas.
Fundação da Armam
Os magistrados de Juiz de Fora fundaram, em 3 de outubro de 1970, a Associação Regional de Magistrados (Armam), presidida pelo juiz Maurício Delgado, e os juízes de Belo Horizonte criaram, em 28 de dezembro de 1970, a Associação Estadual dos Magistrados (Assemag), sob a presidência do juiz Francisco Bernardo Figueira. Ambas as entidades, em estatutos aprovados e registrados, tinham como objetivos principais velar pela independência do Poder Judiciário, lutar pelos direitos dos magistrados e promover o congraçamento da classe.
Criação da AMAGIS
Em 1972, o desembargador Helvécio Rosenburg, então presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, decidiu reorganizar e presidir a Amagis. Assim, a Armam e a Assemag encerraram suas atividades por entender que, com a Amagis, encontrariam meios de alcançar seus objetivos.
Posteriormente, sob a presidência do desembargador Lamartine Cunha Campos, foram iniciados os estudos para a criação do plano de saúde e para a aquisição do terreno para a construção da sede, em Belo Horizonte.
Inauguração da sede própria
Em 1983, foi inaugurada a sede própria da Associação, na rua Albita, 194, em Belo Horizonte, por meio do trabalho do então presidente desembargador Lincoln Rocha.
Memorial AMAGIS
No andar térreo do edifício-sede da Amagis, em Belo Horizonte, funciona o Memorial da Amagis, espaço no qual estão em exbição diversos documentos importantes, fotos e uma linha do tempo que conta a história da Associação.