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Amagis - Associação dos Magistrados Mineiros

TJMG participa de iniciativa que criará Rua dos Direitos

28 de setembro de 2015

Uma ação em torno do resgate da cidadania da população de rua acontece no próximo dia 29, a partir das 9h, na Rua Conselheiro Rocha, no bairro Santa Tereza, na capital mineira. Batizada de Rua dos Direitos, a iniciativa, resultado de parceria entre o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e o Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), irá transformar a via com a oferta de vários serviços direcionados especialmente a moradores de rua. 

Cortes de cabelo, confecção de documentos pessoais e informações sobre serviços jurídicos são alguns dos benefícios que estarão disponíveis para as pessoas, ao longo do dia. A região concentra número significativo de abrigos, e ao redor dela gravitam muitos moradores de rua. Durante a ação, o TJMG explicará aos interessados como funcionam alguns dos serviços e programas de que dispõe, os quais podem ser úteisespecificamente para essa população, como o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejus), os Juizados Especiais e o Centro de Reconhecimento de Paternidade (CRP), entre outros projetos.

Histórico

A ação é um dos desdobramentos do projeto Rua do Respeito, resultado de um termo de cooperação técnica assinado em maio deste ano pelo TJMG, pelo MPMG e pelo Servas. Por meio da iniciativa, as três instituições pretendem mobilizar, articular e integrar esforços em prol da população que vive nas ruas, viabilizando ações voltadas para a promoção do exercício da cidadania dessa comunidade. A ArcelorMittal Brasil representa o setor privado na iniciativa. 

Entre as medidas pretendidas, estão aquelas voltadas para a profissionalização, para o acesso à Justiça, para a proteção dos direitos, para a reconstrução da vida e para a inclusão social. Além das ações destinadas às pessoas em situação de rua, é objetivo do projeto sensibilizar a sociedade para os direitos desse público. Segundo dados da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Prefeitura de Belo Horizonte, a capital tem, atualmente, cerca de 2 mil pessoas vivendo nas ruas.

 

Fonte: TJMG

 

 

 

 

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