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Amagis - Associação dos Magistrados Mineiros

TJMG inicia cadastro para doação de medula óssea

16 de setembro de 2019

“Meu sangue pode salvar uma vida. Fico feliz em ajudar alguém, ainda que não a conheça”.  Assim se manifestou a auxiliar de produção, Alessandra Rodrigues da Silva, que foi a primeira pessoa a participar da campanha do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) para preenchimento do cadastro nacional de doadores de medula óssea nesta segunda-feira, 16 de setembro.

A iniciativa é realizada em parceria com a Fundação Hemominas. Os interessados podem se apresentar no estande da entidade que está instalado no saguão do Edificío Sede do TJMG (Avenida Afonso Pena, 4.001, Serra) até 15 horas e no Fórum de Betim (Rua Professor Osvaldo Franco, 55, Centro) até as 16 horas.

Na terça-feira, 17, a coleta será no Fórum Raja (Avenida Raja Gabaglia, 1.753).

Em 18 de setembro, a ação acontece em três comarcas. No Fórum de Contagem (Avenida Maria da Glória Rocha, 425, II Salão do Júri), será realizada das 12h às 16h; no Fórum de Uberaba (Avenida Maranhão, 1.580, 4º andar – Bairro Mercês), das 10h às 16h; e no Fórum de Ituiutaba (Avenida 09-A, 45, Salão do Júri), das 12h às 18h.

O estande da Hemominas estará no Fórum de Poços de Caldas (Rua Pernambuco, 707, Salão do Júri), das 11h às 17h, em 19 de setembro.

 

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O presidente Nelson Missias de Morais conversa com responsável pela captação de doadores da Hemoninas, Hellen Dupin, sobre a importância da medula óssea

 

Horizontal

O presidente do TJMG, desembargador Nelson Missias de Morais, ao abrir oficialmente a campanha, ressaltou a importância da iniciativa, que aponta para o estímulo à solidariedade da população mineira.

“A caridade vem de cima para baixo e é vertical. A solidariedade é horizontal e iguala as pessoas. Temos que valorizar a iniciativa de pessoas estenderem as mãos a quem necessita de medula óssea para salvar uma vida”, disse o presidente.

Já o presidente da Comissão de Saúde do TJMG, desembargador Newton Teixeira, destacou o fato de o Tribunal não só se preocupar em movimentar autos de processos, mas abrir espaço para campanhas em prol da própria sociedade.

Doe vida em vida

Para integrar o cadastro de doadores, é preciso ter entre 18 e 55 anos de idade e boa saúde. É necessário apresentar um documento de identidade com foto e o CEP residencial.

Posteriormente, depois de confirmada a compatibilidade entre doador e paciente, haverá uma consulta ao interessado se permanece a decisão de doar.

Os riscos para os doadores são praticamente inexistentes. Apenas 10% da medula óssea é retirada e, dentro de poucas semanas, a quantidade de medula doada será recomposta pelo organismo.

Mais informações sobre doação de medula óssea no site do Redome – Instituto Nacional do Câncer.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Institucional do TJMG

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