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Amagis - Associação dos Magistrados Mineiros

Magistratura está articulada para ir ao Congresso Nacional contra retrocessos na reforma da Previdência

31 de janeiro de 2017

Já no primeiro dia de trabalho na Câmara dos Deputados, a AMB vai prosseguir as articulações iniciadas antes do recesso para derrubar os dispositivos da reforma da Previdência (PEC 287/2016) que ferem os direitos dos magistrados. Nesta terça-feira (31), membros das entidades representativas da magistratura, do Ministério Público e as demais relacionadas ao sistema de Justiça brasileiro definiram o conjunto de emendas a ser apresentado ao Congresso Nacional para evitar os retrocessos embutidos no texto enviado pelo Poder Executivo.

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“A reunião foi extremamente produtiva. Para chegarmos a este momento, fizemos um estudo completo de todo o projeto original, levantamos dados, analisamos todas as possibilidades de emendas para alterar a proposta do governo e evitar retrocessos à Previdência, principalmente para os magistrados”, afirmou o vice-presidente de Planejamento Estratégico, Previdência e Assuntos Jurídicos da AMB, Nelson Missias, representando o presidente da AMB, Jayme de Oliveira que, na mesma ocasião, também tratou da reforma da Previdência, em reunião com o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Raimundo Carreiro.

Cada uma das emendas elaboradas em conjunto com as demais associações será defendida junto aos deputados federais. A AMB também vai acompanhar detalhadamente a Comissão Especial de Reforma da Previdência, que será instalada no início no ano legislativo. “Sabemos que será uma missão árdua, penosa. Precisaremos não só das entidades constituídas e interessadas em discutir e apresentar propostas alternativas, mas, também, do apoio da sociedade brasileira, pois a classe trabalhadora será gravemente prejudicada, caso a proposta do governo seja aprovada”, disse Nelson Missias.

Entre os pilares do trabalho que será desenvolvido estão a integralidade e a paridade entre servidores da ativa e aposentados; rediscussão da idade mínima para aposentadoria; regras de transição; contribuição dos inativos, que onera ainda mais os aposentados; as pensões por morte, que acabariam por penalizar as famílias dos magistrados; as pensões por invalidez, que configurariam uma injustiça com quem não pode mais trabalhar; e a manutenção do abono permanência.

Participação

Também participou do encontro o juiz João Fischer, membro da Secretaria de Planejamento Estratégico e Previdência da AMB.

A reunião aconteceu na sede da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) e foi coordenada por seu presidente, Germano Siqueira, e pelo vice-presidente da entidade, Guilherme Feliciano.

Estiveram presentes representantes da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe); Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp); Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT); Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR); Associação Nacional de Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfip); e associações estaduais de magistrados do trabalho, entre outras entidades.

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Fonte: AMB

 

 

 

 

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