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Emmanoel Campelo será empossado para segundo mandato como conselheiro do CNJ

01 de outubro de 2014
Emmanoel Campelo será empossado para segundo mandato como conselheiro do CNJ
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O advogado Emmanoel Campelo tomará posse para seu segundo mandato no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na próxima terça-feira (7/10). A recondução foi confirmada na última semana, em decreto assinado pela presidente da República, Dilma Rousseff. Logo após ser empossado pelo presidente do CNJ, ministro Ricardo Lewandowski, o conselheiro participará da 196ª Sessão Ordinária do órgão.

Empossado para o primeiro mandato em junho de 2012, Campelo seguirá no cargo de conselheiro da instituição durante o biênio 2014-2016. Indicado pela Câmara dos Deputados, ele ocupa uma das vagas do CNJ destinadas a cidadão de notável saber jurídico e reputação ilibada.

Antes de ser nomeado pela presidente, o conselheiro teve sua recondução aprovada pelo Plenário do Senado por 41 votos favoráveis, 3 contrários e uma abstenção. Ao ser sabatinado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Casa, Campelo destacou a mediação e a conciliação como meios de reduzir o volume de processos e acelerar as decisões do Poder Judiciário. Segundo o advogado, a cultura da litigiosidade no Brasil é responsável pela quantidade elevada de processos em tramitação.

Em seu primeiro mandato no CNJ, Campelo presidiu a Comissão Permanente de Acesso à Justiça e Cidadania e integrou as comissões permanentes de Tecnologia da Informação e Infraestrutura e de Articulação Federativa e Parlamentar. Também presidiu o Comitê Gestor da Conciliação, responsável por coordenar as políticas do órgão voltadas à adoção de meios alternativos para a solução de conflitos judiciais.

Emmanoel Campelo nasceu em 28 de janeiro de 1981, em Natal, Rio Grande do Norte. Formou-se em Direito, em 2004, pela Universidade Federal daquele estado (UFRN). Em 2008, concluiu mestrado em Direito na Universidade Católica de Brasília (UCB), na área de crime organizado e lavagem de dinheiro.

Fonte: CNJ
Foto: Gil Ferreira/CNJ
 
 
 
 
 
 

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