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Amagis - Associação dos Magistrados Mineiros

Calandra nomeia sete magistrados do Paraná

01 de julho de 2013


O presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Nelson Calandra, nomeou sete magistrados que atuam no Paraná para ocuparem cargos na atual diretoria. Ele apoia o juiz paranaense Roberto Portugal Bacellar como candidato da situação à presidência da entidade, mas diz que essas nomeações foram ato de rotina, para substituir magistrados daquele Estado que recentemente deixaram a diretoria da AMB.


No início deste mês, 22 magistrados liderados pelo vice-presidente administrativo da Associação, Marcos Daros, e pelo secretário-geral Nelson Missias de Morais, entregaram seus cargos em meio a divergências sobre o processo sucessório na AMB e sobre a condução da entidade na gestão de Calandra.


O desembargador Miguel Kfouri Neto, ex-presidente do Tribunal de Justiça do Paraná e da Associação dos Magistrados do Paraná (Amapar), ocupará interinamente a vice-presidência administrativa da AMB, em substituição ao também paranaense Daros.


Calandra nomeou assessores da presidência os juízes paranaenses Leo Henrique Furtado Araújo e Fábio André Santos Muniz. O juiz Oswaldo Soares Neto foi escolhido como novo diretor da secretaria de Direitos Humanos e Cidadania.


A magistrada Flávia da Costa Viana foi confirmada para a secretaria de assuntos internacionais e o juiz Sérgio Luiz Kreuz foi nomeado diretor-adjunto da secretaria de Justiça da Infância e Juventude da AMB.


O desembargador Rui Portugal Bacellar, sobrinho do candidato à presidência da AMB, exercerá as funções de diretor-adjunto de informática. Calandra disse que a renúncia coletiva refletiu a insatisfação do desembargador Nelson Missias, ex-presidente da associação de magistrados de Minas Gerais (Amagis), que pretendia ser o candidato da situação nas eleições de novembro.


Na nota conjunta distribuída no início do mês, Marcos Daros afirmou que “há uma frustração com a condução daquilo que seria um grande projeto político” na AMB. Ele criticou a falta de comando na entidade e excessiva interferência de pessoas de fora da magistratura.


Fonte: Blog do Fred 

 

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